sexta-feira, 16 de março de 2018

Reunião da Câmara Municipal de Estarreja - 8 de Março de 2018



As vereadoras do PS, Catarina Rodrigues e Madalena Balça, requereram ao Sr. Presidente da Câmara acesso a um conjunto de documentos e informações, sobre as reuniões realizadas com a Secretária de Estado da Saúde, com a Secretária de Estado Adjunta e da Educação e sobre um conjunto de documentos relacionados com o planeamento estratégico do concelho de Estarreja.  Estes requerimentos surgem na sequência de vários pedidos que ainda não foram atendidos  e que se reportam ao ano de 2017.



Jorge Sequeira eleito Presidente da Federação de Aveiro do Partido Socialista

Jorge Sequeira venceu as eleições federativas realizadas no passado dia 9 de Março com 76,35% dos votos. Pedro Vaz obteve 22,19% dos votos.

No acto eleitoral participaram cerca de 74% dos militantes com capacidade eleitoral.

A votação dos delegados ao congresso resultou em 17,4% de votos para as listas afectas à moção apresentada por Pedro Vaz, "No Tempo Certo". Já as candidaturas adstritas à moção "Ousar Vencer" de Jorge Sequeira obtiveram 80,2% dos votos.

Assim, a candidatura de Jorge Sequeira elegeu 181 delegados. Por sua vez, a candidatura de Pedro Vaz será representada por 38 delegados.

A votação de 9 de Março serviu também para eleger a Presidente do Departamento Federativo das Mulheres Socialistas de Aveiro. Rosa Venâncio, candidata única, obteve 88,7% dos votos. A Lista à Comissão Política do DFMS, afecta à candidatura de Rosa Venâncio, obteve 89,2% dos votos.

O XVIII Congresso da Federação reunirá a 24 de Março no Centro Multimeios de Espinho. A reunião magna da estrutura distrital aprovará a moção de orientação política e elegerá os restantes órgãos federativos: Comissão Política da Federação, Comissão Federativa de Jurisdição e a Comissão Federativa de Fiscalização Económica e Financeira.

3/14/2018

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Câmara de Estarreja - Coligação de direita com 5 vereadores a tempo inteiro

Começa a ficar claro para que “queria ainda mais” a coligação PSD/CDS-PP... 
Na primeira reunião deste mandato, sem surpresa para as vereadoras eleitas pelo Partido Socialista, a coligação no poder em Estarreja, há mais de 16 anos, começa por querer ainda mais... aumentar a despesa municipal
Estarreja tem cerca de 26 000 habitantes. É um município de média dimensão. Elege 7 vereadores para o seu executivo. A Câmara Municipal tem um quadro de pessoal recheado de técnicos superiores, administrativos e assistentes operacionais que devem garantir que o trabalho técnico e operacional necessário está devidamente assegurado. O que se espera dos membros do executivo municipal é que desenhem a estratégia de desenvolvimento, ou seja, que tenham um desempenho de gestão e orientação política de toda a atividade do dia a dia, no sentido de se cumprir o que, em época eleitoral, prometeram aos seus eleitores.
Também se espera dos agentes políticos que se propõem conduzir os destinos de um município, que se apresentem com um programa eleitoral exequível, independentemente dos números de vereadores conquistados em função do número de votos.
Após uma breve consulta foi fácil confirmar que a esmagadora maioria dos municípios do distrito de Aveiro, numa demonstração de respeito pelo erário público, atribuem a condição de vereador a tempo inteiro a quem é efetivamente necessário e não a todos os eleitos da sua cor política, como acontece com a coligação vencedora das eleições em Estarreja.
Em nosso entender esta é uma clara postura de quem precisa de esbater a vergonha de assinar acordos políticos manifestamente desequilibrados, mas que possam garantir a vitória nas eleições. Sublinhamos que o quarto elemento da lista vencedora é o Presidente da Comissão Política do PSD e o quinto é o representante do CDS-PP. Percebe-se assim facilmente a verdadeira razão para a sua “necessidade” a tempo inteiro.
A apresentação por parte do Sr. Presidente da Câmara Municipal de Estarreja da justificação - "ambicioso programa eleitoral"- para a nomeação, para lá do que está previsto de forma direta na lei, de mais 2 vereadores da coligação PSD/CDS-PP a tempo inteiro, chega a raiar o ridículo. Trata-se apenas de um ato de puro clientelismo político, indigno de quem se apresenta ao eleitorado como alguém que quer fazer o melhor pela sua terra.