quarta-feira, 3 de dezembro de 2014
Marisa Macedo efetiva na Comissão Nacional do Partido Socialista
O Partido Socialista de Estarreja vem, publicamente, manifestar a sua enorme satisfação pelo facto da sua militante, ex-deputada à Assembleia da República e ex-presidente da Comissão Política concelhia, Marisa Macedo, ter sido eleita para a Comissão Nacional do Partido Socialista, órgão máximo entre Congressos na acção política nacional.
Esta eleição é a certeza de que os interesses de Estarreja dentro da estrutura do Partido Socialista nacional, continuarão a ser defendidos com a mesma garra e determinação com que a eleita já nos habituou.
Marisa Macedo, que foi apoiante de António José Seguro, integrou a quota do ex-Secretário Geral do partido, nas negociações para a composição dos órgãos nacionais, após as eleições primárias para a escolha do candidato do PS a Primeiro-Ministro e na posterior eleição para Secretário Geral do PS, onde saiu vencedor António Costa.
A eleição de Marisa Macedo é muito relevante, tendo em conta que António José Seguro só podia indicar 1/3 dos eleitos para os órgãos nacionais.
No distrito de Aveiro, António José Seguro indicou Marisa Macedo e Gonçalo Rocha (Presidente da Câmara de Castelo de Paiva) como efetivos na Comissão Nacional do PS.
O PS Estarreja aproveita para, publicamente, agradecer todos os esforços que Marisa Macedo tem desenvolvido a favor do concelho e do partido, sendo esta eleição o corolário do seu esforço e empenho.
sexta-feira, 21 de novembro de 2014
Eleições para Delegados ao Congresso e Eleição do Secretário Geral
Única lista candidata ao Congresso, encabeçada por Hugo Oliveira, consegue obter 8% dos votos do universo eleitoral
Terminada a votação que decorreu, hoje, na sede do PS Estarreja para eleger o Secretário Geral do partido, bem como os delegados ao Congresso Nacional, verifica-se 89% de abstenção.
Porém, se para Secretário Geral, António Costa obteve 3 votos em branco, a lista de delegados ao Congresso conseguiu 6 votos em branco.
Assim, Hugo Oliveira (Avanca), Manuel Almeida (Salreu), Gracinda Pinho (Veiros), Manuel Pinho Ferreira (Salreu) e José Eduardo Godinho (Salreu) vão representar a concelhia de Estarreja, onde obtiveram 16 dos 199 votos possíveis.
A lista A tem como suplentes Susana Valente (Avanca), João Vinha (Beduído), Jacinto Álvaro Rodrigues (Avanca) e Maria Conceição Beco (Avanca).
Não há memória de qualquer lista em Estarreja ter sido eleita por uma percentagem tão baixa.
Terminada a votação que decorreu, hoje, na sede do PS Estarreja para eleger o Secretário Geral do partido, bem como os delegados ao Congresso Nacional, verifica-se 89% de abstenção.
Porém, se para Secretário Geral, António Costa obteve 3 votos em branco, a lista de delegados ao Congresso conseguiu 6 votos em branco.
Assim, Hugo Oliveira (Avanca), Manuel Almeida (Salreu), Gracinda Pinho (Veiros), Manuel Pinho Ferreira (Salreu) e José Eduardo Godinho (Salreu) vão representar a concelhia de Estarreja, onde obtiveram 16 dos 199 votos possíveis.
A lista A tem como suplentes Susana Valente (Avanca), João Vinha (Beduído), Jacinto Álvaro Rodrigues (Avanca) e Maria Conceição Beco (Avanca).
Não há memória de qualquer lista em Estarreja ter sido eleita por uma percentagem tão baixa.
quarta-feira, 19 de novembro de 2014
Apesar Contrato Programa entre a Câmara e a Associação do Carnaval não ter sido cumprido, PSD/CDS votaram contra a auditoria às contas proposta pelo PS
Vereadores do
PS descartam qualquer eventual responsabilidade financeira que lhes venha a ser
assacada pelo facto do contrato-programa, votado por unanimidade, não ter sido
cumprido.
Perante estes factos, ninguém nos pode retirar o direito de continuarmos firmes na defesa dos interesses municipais, garantindo o bom uso dos dinheiros públicos.
Na última sessão de Câmara Municipal de Estarreja, os
vereadores do PS, Fernando Mendonça, Madalena Balça e Catarina Rodrigues,
votaram a favor da proposta que foi por eles subscrita e os vereadores do
PSD/CDS votaram contra.
Os vereadores do PS apresentaram a seguinte declaração
de voto:
"Reafirmamos
que a nossa preocupação com as contas do carnaval não é de agora e assenta,
fundamentalmente, na utilização do dinheiro público.
Este facto, por si só, justificaria por parte de todo o executivo camarário, particularmente por parte do vereador responsável, João Alegria, uma fiscalização atenta, cuidada e responsável, conforme, aliás, está previsto no contrato programa que este executivo aprovou por unanimidade.
Lembramos que ao longo destes meses, em várias reuniões municipais (vide atas nº 10; 11; 13 e 19), solicitámos a apresentação das contas e informações relativas ao Carnaval 2014, sem qualquer resultado.
Este facto, por si só, justificaria por parte de todo o executivo camarário, particularmente por parte do vereador responsável, João Alegria, uma fiscalização atenta, cuidada e responsável, conforme, aliás, está previsto no contrato programa que este executivo aprovou por unanimidade.
Lembramos que ao longo destes meses, em várias reuniões municipais (vide atas nº 10; 11; 13 e 19), solicitámos a apresentação das contas e informações relativas ao Carnaval 2014, sem qualquer resultado.
No dia 26 de
junho do corrente ano fomos surpreendidos por uma proposta do vereador João
Alegria no sentido de autorizar a atribuição de um subsídio extra.
À data, os vereadores do PS questionaram a atribuição deste subsídio adicional, tendo votado contra por não terem qualquer informação sobre as contas, situação que fizeram constar na declaração de voto na ata da respetiva reunião.
À data, os vereadores do PS questionaram a atribuição deste subsídio adicional, tendo votado contra por não terem qualquer informação sobre as contas, situação que fizeram constar na declaração de voto na ata da respetiva reunião.
Aqui
chegados, vamos a mais factos.
- Não foi
cumprido o contrato programa celebrado entre o Município de Estarreja e a
Associação do Carnaval de Estarreja (ACE);
- As contas
do Carnaval não foram aprovadas dentro do prazo de vigência do
contrato-programa que expirou em 30 de junho;
- Não foi
elaborado qualquer relatório de avaliação previsto no contrato-programa, nem
foram prestadas quaisquer informações sobre o Carnaval, nem sobre as contas até
à reunião de Câmara de 23 de outubro (8 meses depois do Carnaval);
- O vereador João Alegria, em representação do executivo municipal, não fiscalizou, como lhe competia, nem prestou informações à Câmara, conforme previsto no protocolo.
- O vereador João Alegria, em representação do executivo municipal, não fiscalizou, como lhe competia, nem prestou informações à Câmara, conforme previsto no protocolo.
Assim, no
decurso destas constatações, os vereadores do PS denunciaram a situação na
última reunião de Câmara e pediram uma auditoria às contas do carnaval,
considerando o avultado investimento de dinheiro público realizado pela
autarquia.
Cumprimos a
nossa obrigação de defesa do bem público.
Defendemos
todos os munícipes, os interesses municipais e até, temos que assumir,
precavemo-nos de eventuais responsabilidades financeiras decorrentes da
aprovação por unanimidade do contrato-programa assumido entre a CME e a ACE.
Deste modo,
subsistem duas questões essenciais que reputamos de extremamente gravosas e das
quais não abdicamos:
• a
responsabilidade pela existência de um contrato programa entre a CME e a ACE
que não foi cumprido;
• a inação do
vereador João Alegria que não zelou pelo cumprimento desse contrato conforme
estava obrigado.
Perante estes factos, ninguém nos pode retirar o direito de continuarmos firmes na defesa dos interesses municipais, garantindo o bom uso dos dinheiros públicos.
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