Única lista candidata ao Congresso, encabeçada por Hugo Oliveira, consegue obter 8% dos votos do universo eleitoral
Terminada a votação que decorreu, hoje, na sede do PS Estarreja para eleger o Secretário Geral do partido, bem como os delegados ao Congresso Nacional, verifica-se 89% de abstenção.
Porém, se para Secretário Geral, António Costa obteve 3 votos em branco, a lista de delegados ao Congresso conseguiu 6 votos em branco.
Assim, Hugo Oliveira (Avanca), Manuel Almeida (Salreu), Gracinda Pinho (Veiros), Manuel Pinho Ferreira (Salreu) e José Eduardo Godinho (Salreu) vão representar a concelhia de Estarreja, onde obtiveram 16 dos 199 votos possíveis.
A lista A tem como suplentes Susana Valente (Avanca), João Vinha (Beduído), Jacinto Álvaro Rodrigues (Avanca) e Maria Conceição Beco (Avanca).
Não há memória de qualquer lista em Estarreja ter sido eleita por uma percentagem tão baixa.
sexta-feira, 21 de novembro de 2014
quarta-feira, 19 de novembro de 2014
Apesar Contrato Programa entre a Câmara e a Associação do Carnaval não ter sido cumprido, PSD/CDS votaram contra a auditoria às contas proposta pelo PS
Vereadores do
PS descartam qualquer eventual responsabilidade financeira que lhes venha a ser
assacada pelo facto do contrato-programa, votado por unanimidade, não ter sido
cumprido.
Perante estes factos, ninguém nos pode retirar o direito de continuarmos firmes na defesa dos interesses municipais, garantindo o bom uso dos dinheiros públicos.
Na última sessão de Câmara Municipal de Estarreja, os
vereadores do PS, Fernando Mendonça, Madalena Balça e Catarina Rodrigues,
votaram a favor da proposta que foi por eles subscrita e os vereadores do
PSD/CDS votaram contra.
Os vereadores do PS apresentaram a seguinte declaração
de voto:
"Reafirmamos
que a nossa preocupação com as contas do carnaval não é de agora e assenta,
fundamentalmente, na utilização do dinheiro público.
Este facto, por si só, justificaria por parte de todo o executivo camarário, particularmente por parte do vereador responsável, João Alegria, uma fiscalização atenta, cuidada e responsável, conforme, aliás, está previsto no contrato programa que este executivo aprovou por unanimidade.
Lembramos que ao longo destes meses, em várias reuniões municipais (vide atas nº 10; 11; 13 e 19), solicitámos a apresentação das contas e informações relativas ao Carnaval 2014, sem qualquer resultado.
Este facto, por si só, justificaria por parte de todo o executivo camarário, particularmente por parte do vereador responsável, João Alegria, uma fiscalização atenta, cuidada e responsável, conforme, aliás, está previsto no contrato programa que este executivo aprovou por unanimidade.
Lembramos que ao longo destes meses, em várias reuniões municipais (vide atas nº 10; 11; 13 e 19), solicitámos a apresentação das contas e informações relativas ao Carnaval 2014, sem qualquer resultado.
No dia 26 de
junho do corrente ano fomos surpreendidos por uma proposta do vereador João
Alegria no sentido de autorizar a atribuição de um subsídio extra.
À data, os vereadores do PS questionaram a atribuição deste subsídio adicional, tendo votado contra por não terem qualquer informação sobre as contas, situação que fizeram constar na declaração de voto na ata da respetiva reunião.
À data, os vereadores do PS questionaram a atribuição deste subsídio adicional, tendo votado contra por não terem qualquer informação sobre as contas, situação que fizeram constar na declaração de voto na ata da respetiva reunião.
Aqui
chegados, vamos a mais factos.
- Não foi
cumprido o contrato programa celebrado entre o Município de Estarreja e a
Associação do Carnaval de Estarreja (ACE);
- As contas
do Carnaval não foram aprovadas dentro do prazo de vigência do
contrato-programa que expirou em 30 de junho;
- Não foi
elaborado qualquer relatório de avaliação previsto no contrato-programa, nem
foram prestadas quaisquer informações sobre o Carnaval, nem sobre as contas até
à reunião de Câmara de 23 de outubro (8 meses depois do Carnaval);
- O vereador João Alegria, em representação do executivo municipal, não fiscalizou, como lhe competia, nem prestou informações à Câmara, conforme previsto no protocolo.
- O vereador João Alegria, em representação do executivo municipal, não fiscalizou, como lhe competia, nem prestou informações à Câmara, conforme previsto no protocolo.
Assim, no
decurso destas constatações, os vereadores do PS denunciaram a situação na
última reunião de Câmara e pediram uma auditoria às contas do carnaval,
considerando o avultado investimento de dinheiro público realizado pela
autarquia.
Cumprimos a
nossa obrigação de defesa do bem público.
Defendemos
todos os munícipes, os interesses municipais e até, temos que assumir,
precavemo-nos de eventuais responsabilidades financeiras decorrentes da
aprovação por unanimidade do contrato-programa assumido entre a CME e a ACE.
Deste modo,
subsistem duas questões essenciais que reputamos de extremamente gravosas e das
quais não abdicamos:
• a
responsabilidade pela existência de um contrato programa entre a CME e a ACE
que não foi cumprido;
• a inação do
vereador João Alegria que não zelou pelo cumprimento desse contrato conforme
estava obrigado.
Perante estes factos, ninguém nos pode retirar o direito de continuarmos firmes na defesa dos interesses municipais, garantindo o bom uso dos dinheiros públicos.
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sexta-feira, 24 de outubro de 2014
Vereadores do PS propõe auditoria externa às contas do Carnaval de 2014
Contrato programa entre Associação do Carnaval e Câmara Municipal de Estarreja expirou há 4 meses e não foi cumprido pela ACE
Fernando Mendonça, Madalena Balça e Catarina Rodrigues, vereadores do Partido Socialista na Câmara Municipal de Estarreja, propuseram na reunião de Câmara desta manhã (23 de Outurbo), a realização de uma auditoria às contas do Carnaval, que entendem que deveria ficar a cargo de uma entidade externa.
Para os vereadores do PS, o subsídio a atribuir pela Câmara à Associação do Carnaval de Estarreja, para a realização do Carnaval de 2015, deveria ficar dependente do resultado dessa auditoria.
Os vereadores alegam o incumprimento do Contrato Programa para o Carnaval de 2014, assinado entre a Câmara e a Associação do Carnaval que previa, nomeadamente, a apresentação de contas e dos relatórios de avaliação do trabalho desenvolvido até sessenta dias depois do evento. Os vereadores do PS consideram caricato que o protocolo tenha expirado no dia 31 de Junho último sem existir qualquer relatório e sem que as contas tivessem sido apresentadas. Recorde-se que as contas só foram aprovadas no passado dia 13 de Outubro, sete meses depois do Carnaval, sem que haja conhecimento da apresentação de qualquer relatório de avaliação.
O vereadores referiram, ainda, terem dúvidas quanto à credibilidade das contas e à forma como as mesmas foram apresentadas, não deixando de recordar que competia, nos termos do citado contrato programa, ao vereador João Alegria, a responsabilidade de fiscalização e cumprimento do citado documento.
Alegando não quererem ficar conotados com esta situação que reputam, no mínimo, de negligente e desleixada, Fernando Mendonça, Madalena Balça e Catarina Rodrigues afirmam que está em causa a boa administração do dinheiro público investido pela Câmara neste evento (mais de 80 mil euros). Este montante, aliado ao facto de ter estado bom tempo e não ter havido qualquer condicionante ao bom desenrolar do carnaval e tendo, ainda, em conta o facto de todos os responsáveis, quer da Câmara, quer da Associação, terem publicamente considerado o evento um grande sucesso, torna dificilmente compreensível que o evento de 2014 apresente um prejuízo de cerca de 14 mil euros.
Os vereadores sublinharam que, dentro deste quadro de sucesso, o carnaval ter dado prejuízo, mais justificaria os relatórios de avaliação preconizados no contrato programa, para se saber concretamente o que correu mal e perspectivar os apoios e as condições a prestar pelo município ao carnaval de 2015.
Em causa, segundo os vereadores do PS, está a credibilidade da própria Câmara e a boa gestão de dinheiros públicos investidos nas iniciativas municipais.
A votação da proposta do PS ficou agendada para a próxima sessão de Câmara.
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