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quarta-feira, 27 de maio de 2009
quarta-feira, 13 de maio de 2009
COMUNICADOBocas de incêndio não funcionaram no incêndio da FLEXACO
O que é que a Câmara Municipal de Estarreja anda a fazer há 8 anos no Eco-Parque que nem água com pressão consegue garantir para situações de emergência?
Foi veiculado pelos órgãos de comunicação social com mais relevância a nível nacional que, quando os Bombeiros Voluntários de Estarreja chegaram ontem, 12 de Maio, à Flexaco para combater o incêndio que tinha deflagrado nas suas instalações, não puderam utilizar as bocas de incêndio do Eco- Parque, porque “não tinham água com a pressão necessária para combater fogos.”
O Diário de Notícias de hoje, 13 de Maio, informa que, perante este facto, a Câmara de Estarreja “abriu um inquérito”.
Primeiro ponto: As condutas de água do Eco-Parque pertencem à Câmara Municipal de Estarreja.
Segundo ponto: O Presidente da Câmara é o responsável máximo pela protecção civil em Estarreja.
Terceiro ponto: A Câmara Municipal de Estarreja, meia volta, organiza semanas de protecção civil e faz crer, com assiduidade, que se preocupa muito com o meio ambiente.
Quarto ponto: O PS, há anos, que alerta para a forma completamente errada como, na nossa perspectiva, a Câmara “arrasta” a questão do Eco-Parque, sem que se veja solução há vista e em contraste com as notícias que o seu gabinete de propaganda faz publicar com regularidade.
Conclusão: A Câmara só pode abrir um inquérito ao seu presidente, porque anda há oito anos para resolver a questão do Eco-Parque e, para além de todas as questões para as quais temos repetidamente alertado, descobrimos agora, também, que nem sequer conseguiu garantir pressão de água nas bocas de incêndio!
Ontem, ardeu a Flexaco, uma empresa legalizada situada no Eco-Parque.
E se fosse uma das outras?
O PS espera que o resultado do “inquérito” seja inequivocamente dado pelos estarrejenses nas próximas eleições autárquicas. Este Presidente, já se viu, não serve os interesses de Estarreja.
Estarreja, 13 de Maio de 2009
A Presidente da Comissão Política Concelhia do PS Estarreja
Marisa Macedo
Foi veiculado pelos órgãos de comunicação social com mais relevância a nível nacional que, quando os Bombeiros Voluntários de Estarreja chegaram ontem, 12 de Maio, à Flexaco para combater o incêndio que tinha deflagrado nas suas instalações, não puderam utilizar as bocas de incêndio do Eco- Parque, porque “não tinham água com a pressão necessária para combater fogos.”
O Diário de Notícias de hoje, 13 de Maio, informa que, perante este facto, a Câmara de Estarreja “abriu um inquérito”.
Primeiro ponto: As condutas de água do Eco-Parque pertencem à Câmara Municipal de Estarreja.
Segundo ponto: O Presidente da Câmara é o responsável máximo pela protecção civil em Estarreja.
Terceiro ponto: A Câmara Municipal de Estarreja, meia volta, organiza semanas de protecção civil e faz crer, com assiduidade, que se preocupa muito com o meio ambiente.
Quarto ponto: O PS, há anos, que alerta para a forma completamente errada como, na nossa perspectiva, a Câmara “arrasta” a questão do Eco-Parque, sem que se veja solução há vista e em contraste com as notícias que o seu gabinete de propaganda faz publicar com regularidade.
Conclusão: A Câmara só pode abrir um inquérito ao seu presidente, porque anda há oito anos para resolver a questão do Eco-Parque e, para além de todas as questões para as quais temos repetidamente alertado, descobrimos agora, também, que nem sequer conseguiu garantir pressão de água nas bocas de incêndio!
Ontem, ardeu a Flexaco, uma empresa legalizada situada no Eco-Parque.
E se fosse uma das outras?
O PS espera que o resultado do “inquérito” seja inequivocamente dado pelos estarrejenses nas próximas eleições autárquicas. Este Presidente, já se viu, não serve os interesses de Estarreja.
Estarreja, 13 de Maio de 2009
A Presidente da Comissão Política Concelhia do PS Estarreja
Marisa Macedo
quinta-feira, 7 de maio de 2009
DÚVIDAS QUANTO AO INVESTIMENTO DA CINCA EM ESTARREJARequerimento do PS Estarrejaenviado ao Presidente da Câmara
Exmº Senhor
Presidente da Câmara Municipal de Estarreja
Na Deliberação 363/2008, de 09.12.2008, da Câmara Municipal de Estarreja lê-se que, o Sr. Presidente apresentou a candidatura da CINCA – Companhia Industrial de Cerâmica, S A, à “…aquisição de uma área no Eco-Parque Empresarial de Estarreja, na ordem dos 400 mil a 450 mil m2, e destinada à instalação de actividades de Produção, Armazenagem e Comercialização de ladrilhos cerâmicos, centralizando toda a actividade neste local. O projecto prevê um número de postos de trabalho inicial da ordem dos 700 e de 1020 no final do projecto, comportando um investimento faseado …num horizonte de 15 anos e com um montante da ordem dos 300 milhões de euros.”
Ou seja, a notícia foi dada como se a CINCA estivesse a prever fechar as suas instalações espalhadas pela Mealhada, Ílhavo, Albergaria-a-Velha e Santa Maria da Feira, para abrir uma fábrica em Estarreja, onde centralizaria toda a sua actividade.
Nem vale a pena, neste momento, referirmo-nos ao facto de, no contrato promessa, ter sido acordado que o mesmo não produz os efeitos previstos na lei para este tipo de contrato (perda de sinal ou devolução do sinal em dobro, consoante a parte faltosa for o promitente comprador ou o promitente vendedor…), uma vez que nem terrenos disponíveis existem, legalizados, para a sua instalação…
Acontece que o jornal “Terras da Feira”, de 4 de Maio de 2009, transcreve declarações do Presidente da Câmara de Santa Maria da Feira, Alfredo Henriques, que afirma: “A Câmara falou com a CINCA sobre este processo. O que vai nascer em Estarreja é uma plataforma logística, para servir as cinco unidades da empresa”, sublinhando “não haver previsão de despedimentos” na unidade de Fiães. O autarca deu nota que Estarreja cedia 45 hectares de terreno plano, que a Feira “não tem”. Ou seja, o Presidente de Santa Maria da Feira afirma que falou com a CINCA e o que a CINCA pretende instalar em Estarreja é um armazém.
Perante isto, e a bem dos interesses de Estarreja, o PS Estarreja requer resposta à seguinte questão:
- Dado que as notícias dadas pelos Srs Presidentes das Câmaras de Estarreja e Santa Maria da Feira são totalmente contraditórias, pretendemos saber qual dos dois está a mentir? É que é impossível ambos estarem a dizer a verdade!
Estarreja, 07 de Maio de 2009
A Presidente da Comissão Política Concelhia de Estarreja
Marisa Macedo
Presidente da Câmara Municipal de Estarreja
Na Deliberação 363/2008, de 09.12.2008, da Câmara Municipal de Estarreja lê-se que, o Sr. Presidente apresentou a candidatura da CINCA – Companhia Industrial de Cerâmica, S A, à “…aquisição de uma área no Eco-Parque Empresarial de Estarreja, na ordem dos 400 mil a 450 mil m2, e destinada à instalação de actividades de Produção, Armazenagem e Comercialização de ladrilhos cerâmicos, centralizando toda a actividade neste local. O projecto prevê um número de postos de trabalho inicial da ordem dos 700 e de 1020 no final do projecto, comportando um investimento faseado …num horizonte de 15 anos e com um montante da ordem dos 300 milhões de euros.”
Ou seja, a notícia foi dada como se a CINCA estivesse a prever fechar as suas instalações espalhadas pela Mealhada, Ílhavo, Albergaria-a-Velha e Santa Maria da Feira, para abrir uma fábrica em Estarreja, onde centralizaria toda a sua actividade.
Nem vale a pena, neste momento, referirmo-nos ao facto de, no contrato promessa, ter sido acordado que o mesmo não produz os efeitos previstos na lei para este tipo de contrato (perda de sinal ou devolução do sinal em dobro, consoante a parte faltosa for o promitente comprador ou o promitente vendedor…), uma vez que nem terrenos disponíveis existem, legalizados, para a sua instalação…
Acontece que o jornal “Terras da Feira”, de 4 de Maio de 2009, transcreve declarações do Presidente da Câmara de Santa Maria da Feira, Alfredo Henriques, que afirma: “A Câmara falou com a CINCA sobre este processo. O que vai nascer em Estarreja é uma plataforma logística, para servir as cinco unidades da empresa”, sublinhando “não haver previsão de despedimentos” na unidade de Fiães. O autarca deu nota que Estarreja cedia 45 hectares de terreno plano, que a Feira “não tem”. Ou seja, o Presidente de Santa Maria da Feira afirma que falou com a CINCA e o que a CINCA pretende instalar em Estarreja é um armazém.
Perante isto, e a bem dos interesses de Estarreja, o PS Estarreja requer resposta à seguinte questão:
- Dado que as notícias dadas pelos Srs Presidentes das Câmaras de Estarreja e Santa Maria da Feira são totalmente contraditórias, pretendemos saber qual dos dois está a mentir? É que é impossível ambos estarem a dizer a verdade!
Estarreja, 07 de Maio de 2009
A Presidente da Comissão Política Concelhia de Estarreja
Marisa Macedo
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