sexta-feira, 27 de Março de 2009

OPINIÃO
Quem disse o quê sobre o Hospital

Continuo e continuarei a defender junto do Governo um hospital novo para Estarreja, com todo o meu empenho. A partir do momento em que o Eng. Mário Simão, líder do CDS/PP, prometeu no Jornal de Estarreja de 19 de Setembro último, (que guardo religiosamente) propor-me um voto de louvor e a Medalha de Mérito Municipal caso conseguisse o hospital, que jamais parei. Vi, naquelas palavras, a oportunidade da medalha ao fundo do túnel! Foi uma espécie de “doping”…
Com este intróito não pretendo responder ao último texto assinado pelo José Matos, porque não o entendo como um cidadão no livre exercício do seu direito de opinião e que acredite assim tanto em Estarreja, já que até se encontra no rol dos muitos que, ultimamente, foram viver para outros concelhos. Pretendo sim responder ao Dr. José Eduardo de Matos, que se vai servindo da generosidade do José Matos, para me atacar.
O Dr. José Eduardo Matos nunca defendeu um novo Hospital para Estarreja. Quando ouviu a proposta do PS apresentada por escrito em Setembro de 2008, andou às voltas com as palavras para tentar “não ficar mal na fotografia”.
Quando cá esteve o Secretário de Estado da Saúde, Dr. Francisco Ramos, à frente dele e de todos os presentes, conseguiu-se perceber no habitual discurso enrolado do Dr. José Eduardo Matos, que o que queria era não perder a oportunidade do Estado investir 2 milhões de euros no Hospital do Visconde de Salreu. Aliás, o solícito José Matos encarregou-se de escrever isso mesmo no seu blogue. E o Dr. José Eduardo Matos afirmou o que afirmou em frente ao Secretário de Estado, porque percebeu que essa era a opinião do próprio Governo. Perante a opinião do Governo, o Presidente da Câmara, em vez de rebater e apresentar argumentos em defesa de Estarreja, conformou-se. Como sempre.
Eu, como sempre afirmei oralmente e por escrito, entendo que pagar 2 milhões de euros para construir uma espécie de pombal por cima do actual Hospital, não é investir. Para mim, é desperdiçar 2 milhões de euros. Para mim é destruir um edifício que deve ser mantido e recuperado na sua traça original. Para mim é dar uma enorme machadada nos serviços prestados pelo hospital, porque é impensável manter cirurgias e prestar cuidados médicos durante o muito longo tempo que as obras demorariam a realizar. Para mim, é desperdiçar dinheiro público fazer tal obra, num edifício pelo qual o Estado paga cerca de 7500 euros mensais de renda à Santa Casa da Misericórdia.
Na minha opinião é um erro enorme a construção de um “paralelepípedo” por cima do HVS. E fiz saber a minha opinião ao Governo em todas as oportunidades que tenho tido, com a ajuda preciosa da actual administração do Hospital Visconde de Salreu, que não se tem poupado a esforços nesta matéria. O Dr. José Eduardo não defendeu o novo Hospital porque tem medo de perder. E é incapaz de liderar um projecto novo. Quando muito vai atrás… como sempre tem acontecido nestes seus dois mandatos.
O Dr. José Eduardo Matos, entretanto, como nunca acreditou, nem defendeu um hospital novo para Estarreja, juntou-se ao Presidente da Câmara de Ovar, para defender a construção de um hospital a que chamam “Hospital Ria Norte”, que servisse os concelhos de Ovar, Estarreja e Murtosa, sendo que o Presidente de Ovar ofereceu o hospital daquele concelho para ampliação. O Dr. José Eduardo Matos, com a sua habitual perspicácia de que o actual estado de Estarreja é exemplo, nem consegue perceber que esse tal hospital só serve os interesses de Ovar e que implica o encerramento definitivo do Hospital Visconde de Salreu.
Eu sei que ele e o seu fiel assistente querem que a população se esqueça que defenderam Ovar como solução, mas isto foi capa do Jornal de Estarreja de 06 de Fevereiro último, com direito a desenvolvimento de notícia na página 6 dessa edição. Foi só há mês e meio… As pessoas lembram-se.
Por mim, continuarei a correr para a meta. Sei que no fim, em caso de vitória, vai lá estar o Eng. Mário Simão com o voto de louvor e a Medalha de Mérito Municipal.
Conto que seja um homem de palavra, como penso que é!

Estarreja, 22 de Março de 2009

Marisa Macedo
Deputada à Assembleia da República

e Presidente Comissão Política PS – Estarreja

Etiquetas:

domingo, 15 de Março de 2009

NOTA DE IMPRENSA - JS NACIONAL
Pedro Vaz e Fernando Mendonça defendem a adopção de
Orçamentos Participativos

A Juventude Socialista Nacional organizou em Estarreja uma iniciativa que visava um debate aprofundado acerca de Orçamentos Participativos (OP). No Hotel Eurosol estiveram presentes cerca de cem jovens para ouvir e dialogar com alguns dos maiores especialistas europeus da matéria como são Giovanni Allegretti e Nelson Dias. Discutiu-se o enquadramento conceptual, a sua adopção em Portugal e no Mundo e as suas inovações.
Um OP é um mecanismo de democracia participativa que permite aos cidadãos influenciarem orçamentos públicos, sejam eles temáticos, actoriais ou territoriais. A Juventude Socialista defende que os OP’s sejam adoptados pelas autarquias de todo o país como forma de melhorar a nossa democracia, envolvendo directamente os cidadãos na governação municipal.

Pedro Vaz, Secretário-geral adjunto da JS Nacional, considerando o tema e a aproximação das eleições autárquicas em Estarreja, afirmou na sessão de encerramento do evento que “Fernando Mendonça é a pessoa certa
para aproximar as políticas dos cidadãos” e acrescentou que neste momento “não há projecto ou orientação por parte do poder político local em Estarreja”.
O candidato à Câmara Municipal de Estarreja pelo Partido Socialista também esteve presente e, após aludir à “grande qualidade da iniciativa da JS, pela competência dos palestrantes e pela adesão” que a mesma teve, assumiu um compromisso eleitoral: “Quem não tem medo das suas próprias ideias, não tem medo de as pôr à discussão. Os OP’s vão fazer parte do meu programa eleitoral”. E lançou o repto: “gostava de ter na JS um parceiro fundamental para dar a Estarreja um Futuro Feliz”.
Afonso Candal, presidente do PS Aveiro, consolidou a importância dos OP’s pois “principalmente neste período de crise em que a crítica ao poder político é muito mediática importa adoptar mecanismos a partir dos quais os cidadãos se sintam mais envolvidos”.A Juventude Socialista vai fazer um esforço para que, em primeiro lugar, os autarcas do PS estejam sensibilizados para aceitar os Orçamentos Participativos enquanto meio privilegiado de gestão municipal. Esta será uma proposta que certamente figurará no futuro Manifesto Autárquico da JS.

Bruno Julião – Comunicação JS

Etiquetas:

NOTA DE IMPRENSA
Sede do PS Estarreja assaltada

Um estranho assalto foi registado na sede do Partido Socialista de Estarreja.
Apenas foi furtado o disco duro e a placa de memória do computador do partido.
Os assaltantes abriram o CPU e retiraram do seu interior o que pretendiam, ou seja, o disco com as informações do partido, deixando ficar tudo o resto, desde o próprio computador, teclado, rato, altifalantes, impressora, fax, televisão e demais objectos que se encontravam no interior da sede.
O objecto furtado continha todos os dados dos militantes do PS e informações do partido, não tendo qualquer valor material.
Na opinião das autoridades que se deslocaram ao local para recolherem vestígios, «quem veio à sede, sabia ao que vinha», não se tratando de um «furto vulgar».
Os criminosos rasgaram também a bandeira portuguesa e deixaram-na no chão, tendo derramado duas garrafas de vinho nos sofás, antes de abandonarem o local.
O Partido Socialista apela a que o disco duro do computador do partido seja devolvido, porque contém informações históricas que considera valiosas e que não vislumbra a quem – que não esteja envolvido na política – poderão interessar.

Etiquetas:

segunda-feira, 2 de Março de 2009

NOTA DE IMPRENSA
Marisa Macedo na Comissão Nacional do PS

Marisa Macedo é um dos nomes que integra a Comissão Nacional do Partido Socialista eleita no Congresso Nacional do Partido, que se realizou no passado fim-de-semana, em Espinho.
A Presidente da Comissão Política de Estarreja repete, assim, a eleição para o principal órgão do Partido, ao integrar a lista proposta por José Sócrates.
Catarina Rodrigues integrou também a lista como suplente.

São 12, no total, o número de militantes do distrito que integram a lista à Comissão Nacional: 3 de Aveiro (Carlos Candal, Fernando Rocha Andrade e Raul Martins), 2 de Espinho (José Mota e Rosa Maria Albernaz), 2 de Santa Maria da Feira (Henrique Ferreira e Margarida Gariso), 1 de Estarreja (Marisa Macedo), 1 de Oliveira de Azeméis (Helena Terra), 1 de Ovar (Armando França) e 1 de São João da Madeira (Pedro Nuno Santos).
A este número acrescem mais três suplentes, respectivamente de Estarreja, Aveiro e Vagos.

Etiquetas: